Muito se ouve sobre a síndrome metabólica, principalmente por conta das consequências cardiovasculares. Mas você sabe o que ela é? É um sinal de que o organismo está “inflamado”. A associação de diversos problemas, sem o devido tratamento, pode gerar doenças muito graves.

Confira 5 fatos sobre a Síndrome Metabólica que você precisa conhecer:

1- A obesidade é um sério fator de risco

A circunferência abdominal superior a 88 cm para as mulheres e superior a 102 cm para os homens é um dos grandes fatores de risco. Por isso, manter uma dieta saudável para o controle da obesidade central é importante.

2- A síndrome metabólica tem como base a resistência à insulina

Isso significa que a insulina circulante não tem sua função normal de levar a glicose para dentro dos tecidos. Ou seja, a insulina está alta, mas perdeu sua função.

3- O diagnóstico é feito quando a pessoa apresenta 3 ou mais sinais de “desequilíbrio”

Dentre esses sinais, os que devem estar presentes:

  • Gordura abdominal;
  • Hipertensão arterial;
  • Intolerância à glicose (glicemia acima de 99);
  • Aumento da insulina;
  • Resistência à insulina;
  • HDL- colesterol baixo (menor que 40);
  • Aumento da fração LDL – colesterol (acima de 130);
  • Aumento dos triglicérides (acima de 110);
  • Distúrbios de coagulação sanguínea;
  • Esteatose hepática.

4- Os hábitos alimentares e o estilo de vida têm papel fundamental para o desenvolvimento humano

Para prevenir, é importante fazer atividade física, no mínimo, três vezes por semana; alimentação equilibrada, com mais peixe, grãos integrais, verduras, legumes e frutas; cortar bebida alcoólica em excesso (todos os dias); e perder peso.

5- A síndrome metabólica leva a doenças mais graves

Dentre elas, 3 se destacam:

  • Diabetes;
  • Doenças cardiovasculares;
  • Hipertensão arterial.

Essas doenças mais graves se desenvolvem caso a síndrome não seja tratada. Por isso, é importante ter um diagnóstico detalhado por um médico, seguir as instruções passadas por ele e não desistir!

Ah, e lembre-se: antes de qualquer conclusão, vá ao médico! Acompanhamento é essencial sempre.